Como é Que Se Faz, Leslie?

07 May 2019 00:51
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<h1>Como &eacute; Que Se Faz, Leslie?</h1>

<p>Para alguns, a p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o &eacute; uma maneira de aprofundar possibilidades da universidade. Para outros, poder&aacute; ser o trajeto pra modificar por completo as rotas da carreira. Segundo S&eacute;rgio Lex, pr&oacute;-reitor de extens&atilde;o e educa&ccedil;&atilde;o continuada da Universidade Mackenzie, a especializa&ccedil;&atilde;o lato sensu &eacute; a melhor para que pessoas quer variar de profiss&atilde;o. Pra Cristiane Alpersted, diretora de propriedade acad&ecirc;mica da Universidade Anhembi Morumbi, a proposta de aprofundamento de assunto da p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o socorro na coloca&ccedil;&atilde;o profissional em alguns segmentos. Alpersted lembra que &eacute; preciso verificar as exig&ecirc;ncias do curso antes de se aventurar numa &aacute;rea completamente nova.</p>

<p>Anne Caroline Bitencourt Lima, 33, se formou em fisioterapia, em Porto Animado, em 2004. Depois de um MBA em marketing, mudou de &aacute;rea e abriu um bistr&ocirc; em S&atilde;o Paulo. Depois de uma tentativa frustrada de fazer mestrado na especialidade de fisiologia do exerc&iacute;cio, decidiu modificar de carreira e come&ccedil;ar a trabalhar como estagi&aacute;ria numa organiza&ccedil;&atilde;o de intercomunica&ccedil;&atilde;o. A decis&atilde;o rendeu &agrave; ex-fisioterapeuta uma p&oacute;s e nove anos de carreira na publicidade.</p>

<p>Mais recentemente, Anne juntou os conhecimentos pela &aacute;rea da sa&uacute;de com os que ganhou no marketing pra construir sua pr&oacute;pria empresa. O &acirc;nimo que faltava no escrit&oacute;rio sobrava pela distra&ccedil;&atilde;o descoberta em viagens de fam&iacute;lia: a fotografia. Depois de um curso b&aacute;sico, ingressou em uma p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o no Senac para se aprofundar pela t&eacute;cnica. Com o est&iacute;mulo dos colegas, que lhe indicaram trabalhos e poss&iacute;veis caminhos a escoltar, o hobby enfim se transformou em ganha-p&atilde;o. Patr&iacute;cia, que aconselha outras pessoas com perguntas pela carreira a modificar de &aacute;rea. Viagens a trabalho, equipes pra coordenar, um excelente sal&aacute;rio, reuni&otilde;es e mais reuni&otilde;es. Se aquilo era sucesso profissional, n&atilde;o era o que Tha&iacute;s Perez, 32, queria.</p>

<p>Desenvolvida em publicidade, com MBA em marketing e 10 anos em multinacionais, ela n&atilde;o se sentia consumada. Como Se Ceder Bem Nas Provas de uma amiga, descobriu a equoterapia, um jeito que utiliza cavalos pra ati&ccedil;ar o desenvolvimento de pessoas com defici&ecirc;ncia. Come&ccedil;ou a pesquisar sobre o assunto e foi fazer uma etapa n&atilde;o remunerado na &aacute;rea. Depois, fez p&oacute;s pela Funda&ccedil;&atilde;o Rancho GG, em Ibi&uacute;na, no interior de S&atilde;o Paulo. Tha&iacute;s diz que o aprendizado foi dif&iacute;cil, sobretudo por n&atilde;o ter vindo da &aacute;rea de sa&uacute;de.</p>

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<li>Frase com s&oacute; uma express&atilde;o n&atilde;o fica bem</li>

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<li>Crie ou n&atilde;o um perfil</li>

<li>3 Forma de ingresso</li>

<li>2 - UFRJ; h&aacute; 18 anos</li>

<li>doze - Veduca</li>

<li> Quais As Maiores Exig&ecirc;ncias Do Mercado De Trabalho? em tempos, retome o conte&uacute;do</li>

<li>A TI e o conflito no duelo aos gargalos na infral</li>

<li>4 A &quot;trag&eacute;dia dos comuns&quot;</li>

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<p>Mas credita a ele a circunst&acirc;ncia de ter deixado o servi&ccedil;o anterior pra fundar a Est&acirc;ncia Tordilha, em Indaiatuba (SP), dedicada &agrave; equoterapia pra meninas. Camila Negretti, 33, trabalhou como fonoaudi&oacute;loga por 9 anos e deu consultoria para executivos, por&eacute;m sempre quis ter seu pr&oacute;prio neg&oacute;cio. Fez, dessa forma, uma p&oacute;s em administra&ccedil;&atilde;o no Insper. Urca (Encantador Horizonte) /p&gt;
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<p>Hoje, ela &eacute; dona de uma esmalteria, no entanto a primeira forma&ccedil;&atilde;o ainda lhe &eacute; vantajoso. Camila diz que n&atilde;o se arrepende das escolhas. No momento em que finalizou a universidade de economia, Ana Carolina Ramos, 30, trabalhava em um banco de investimentos. Ap&oacute;s 2 anos ali, entediada, quis regressar a estudar. Decidiu fazer uma p&oacute;s em moda e cria&ccedil;&atilde;o pela Faculdade Santa Marcelina, em SP. Pra ela, o maior desafio foram as aulas de desenho. A oportunidade de alterar de &aacute;rea veio ao ler uma entrevista da estilista Gl&oacute;ria Coelho. M&iacute;dias sociais Conseguem Ser Aliadas Dos Concurseiros /p&gt;
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<p>Ramos determinou um e-mail para a estilista contando a respeito da tua cria&ccedil;&atilde;o dupla e conseguiu um emprego. Nesta hora est&aacute; focada em seu doutorado na &aacute;rea de neg&oacute;cios. Constru&iacute;da em educa&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica, Graziele da Silva, 27, chegou a doar aulas de artes pl&aacute;sticas, entretanto um defeito de sa&uacute;de causado pelo p&oacute; de giz a obrigou a procurar uma nova &aacute;rea.</p>

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